I do what I can

Random thoughts from Mauricio Teixeira…

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Tilt-shift video using Bash

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I like to play with tilt-shift videos every once in a while, and usually it needs very complex tools to make. So this time I decided to use the simplest tool ever: a Bash script.

You can see the final result here. Continue reading to know how I did it:

Oh, by the way, this is a very nerdy way of doing it. Not a 1-2-3 method. I did this while bored, but didn’t worry about details. Sorry.

Honestly, I’m using a series of pictures to create a video. In this case I used the Time Lapse application on my Nokia N900. I took a total of 644 shots, one every second.

With all the shots ready, I Google around a little bit, found this interesting web site with very useful hints, and created the following Bash script: tilt_shift_video.sh

The Time Lapse application creates a series of files named FileX.jpg, where X is a number from 0 to the number of pics you have taken. So if you want to use the same script, but did not use the same application to take the pictures, you need to edit the script to suit your file naming (or rename your files).

The tilt-shift effect is actually a blur mask applied to all of the pictures, like this:

So if you want to use the same script, but you want to blur a different position on the picture, you need to edit line 12, and modify the parameters for “sparse-color“. Of course there are a number of other options you can change, so you might want to read the docs to understand.

After the script finishes processing all of the pictures, it will then finally compose all of them together to form the video.

Well, I hope this is somewhat useful for anyone.

If you have any hints, please share on the comments.

Written by netmask

julho 2, 2011 at 17:10

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Prince of Persia: game x filme

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Atenção: pode conter spoilers sobre o filme.

Não sou bom crítico de nada. Nem de filme, nem de games. Sou apenas um cara que tem opinião, e gosto de expressar.

Existem muitos filmes que são adaptações de quadrinhos, desenhos, até mesmo séries. Mas recentemente temos tido várias ocorrências de adaptações de jogos de vídeo-game (games). Dentre essas várias adaptações, Prince of Persia foi a que mais me chamou a atenção, pois sigo a franquia de games há muitos anos. Não sou devoto, nem me atrevo a dizer que conheço a fundo o mundo do príncipe sem nome.

“Sem nome”??? É. Nos games o príncipe não tem um nome específico. Alias, nem sempre é o mesmo personagem. Prince of Persia é uma franquia de games, com várias estórias e várias vertentes. Leia mais no Wikipedia.

O filme “Prince of Persia: The Sands of Time” é baseado na trilogia de jogos homônima. Vamos grifar aqui a palavra baseado. O filme não segue exatamente a mesma estória. Apenas mantém o espírito do jogo, que trata das tais areias que controlam o tempo. Vamos então verificar os principais pontos nos quais eles divergem.

Como eu disse antes, no game o Príncipe não tem nome, mas no filme ele se chama Dastan (o público tem dificuldade de se relacionar com personagens sem nome). Em geral, na franquia, o Príncipe é um aventureiro ou um mercenário. Especificamente no Sands of Time ele realmente é o filho de um rei. A grande diferença é que no game ele é o filho legítimo, e também é o seu general, enquanto no filme ele é uma criança adotada da rua, e não passa de um “leão de chácara” do rei. Ignorando de onde ele veio, o mais importante (e empolgante) do filme é que Dastan (ou o Príncipe, tanto faz) mantém as características acrobáticas e a ironia debochada criada na franquia.

A princesa Tamina do filme chama-se Farah no game. O interessante é que tanto no game quanto no filme ela é a filha de um marajá, e reina sobre uma pequena província, parte do reino Persa. Acontece que no game eles invadem a tal província e levam a princesa com eles para a próxima província (onde acontece a estória do game), e no filme eles invadem a própria província onde ela está, e tudo acontece lá.

O vilão do filme é o conselheiro do rei, Nizam, que também é irmão do mesmo. No game o vilão é o grão-vizir (também um tipo de conselheiro) sem nome. No game o Vizir também quer tomar o trono, e faz isso convencendo o Príncipe a liberar as areias do tempo, e todo o mal que ela guarda. O Príncipe, então, luta durante todo o game para reparar a “besteira” que ele mesmo fez. (SPOILER) Já no filme, ele tenta impedir que o irmão do rei de tomar o trono mudando o passado (SPOILER).

Falando na tal areia. Tanto no game quanto no filme o tempo é controlado pela adaga. Porém no game a adaga se “recarrega” após um tempo depois de ser usada. No filme é necessário introduzir a areia que vem do tal recipiente que guarda as areias do tempo. Por sinal, no game o tal recipiente é uma ampulheta, e no filme é um cristal gigante de vários andares de altura, enterrado no sub-solo da cidade.

Resumindo. O filme é mais uma vertente da franquia (um fork, como diriam os nerds). O mais importante, que são as acrobacias e o humor debochado, foram mantidos.

Definitivamente um bom filme para quem gosta da franquia. Não decepciona.

Para quem não conhece a franquia, é uma ótima forma de se inteirar no assunto.

Divirtam-se! 🙂

Written by netmask

junho 5, 2010 at 23:14

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Utilizando o controle remoto da PixelView Play TV Pro Ultra no Fedora 12

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Recentemente reorganizei meu escritório em casa, e no meio disso, coloquei um sofá, para que eu pudesse assistir filmes confortavelmente (apenas uma segunda opção, já que tenho um Popcorn Hour na sala de estar). Enquanto olhava nas coisas velhas, encontrei o controle remoto que veio com minha antiga PixelView Play TV Pro Ultra, que eu não utilizo há um bom tempo, mas que está instalada do mesmo jeito. Já que eu tenho isso, decidi usar o controle remoto, para fica ainda mais confortável vendo meus filmes do sofá.

Itens utilizados nesse tutorial:

Visão rápida da instalação do hardware: espete a placa no slot PCI, conecte o receptor de infra-vermelho no pluge certo da placa, inicie o sistema. Você consegue… 🙂

Aparentemente o Fedora irá detectar a placa de TV, mas não vai reconhecer o modelo correto, portanto você precisa dizer exatamente qual placa está sendo utilizada. Você faz isso criando um arquivo que irá passar o modelo para o driver:

# cat /etc/modprobe.d/cx88xx.conf
options cx88xx card=27

Agora você tem duas opçẽos: reiniciar o sistema, ou recarregar o módulo. Para recarregar o módulo, execute os seguintes comandos:

# rmmod cx8800
# rmmod cx88xx
# modprobe cx88xx
# modprobe cx8800

Agora instale os pacotes necessários:

# yum install lirc totem-lirc

E aqui estão os passes de mágica: o controle remoto não funciona de primeira, então precisei dizer ao lirc onde encontrar o dispositivo correto, e criar um novo arquivo de configuração explicando a ele o que cada botão faz (bom, pelo menos a maioria deles).

Primeiro você precisa dizer ao lirc onde encontrar o dispositivo. Para isso edite o arquivo /etc/sysconfig/lirc e modifique-o conforme abaixo:

LIRC_DEVICE="name=cx88\?IR\?\(PixelView\?PlayTV\?Ultra"

Em seguida salve o text desta página para um arquivo chamado /etc/lirc/lircd.conf. Agora habilite o serviço do controle remoto:

# chkconfig lirc on
# service lirc restart

Depois disso, tudo o que você precisa fazer é abrir o Totem, ir para o menu Editar -> Plug-ins e habilitar o “Controle remoto infra-vermelho”.

Infelizmente não dá para abrir um arquivo novo, nem pular para o próximo arquivo na sua lista de reprodução, mas ao menos você pode executar, parar, finalizar, adiantar ou voltar o vídeo. Talvez depois eu dedique um tempo para habilitar mais recursos do controle (ou, se você já o fez, por favor fale como nos comentários dessa página).

Divirta-se! 🙂

Written by netmask

fevereiro 14, 2010 at 21:43

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Using PixelView Play TV Pro Ultra remote control on Fedora 12

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I recently reorganized my home office, and when doing so, I added a couch so I could watch movies more comfortable (it’s a second option, since I already have a Popcorn Hour at the living room). While looking at some old stuff, I found the remote control that came with my ancient PixelView Play TV Pro Ultra, which I don’t use for a long while, but it’s still installed anyway. Since I have that, I decided to make the RC available, so I could be even more comfortable while pausing/fast-forwarding my movies from the couch.

Items used in this tutorial:

Quick overview about the hardware install part: place the card on the PCI slot, connect the IR receiver on the proper plug on the board, boot the system. You’ll find your way… 🙂

Apparently Fedora will detect the TV card, but it won’t recognize the proper model, so you need to tell it exactly which card is in use. You do so by creating a file telling the driver about it:

# cat /etc/modprobe.d/cx88xx.conf
options cx88xx card=27

Now you have two options: reboot, or reload the module. To reload the module, run the following commands:

# rmmod cx8800
# rmmod cx88xx
# modprobe cx88xx
# modprobe cx8800

Now install the necessary packages:

# yum install lirc totem-lirc

And here are the magic tricks: this remote control does not work out of the box, so I had to tell lirc where to find the IR input device, and create a new config file to make it understand what each button does (well, at least most of them).

First you need to tell lirc where to find the IR input device. You do so by editing /etc/sysconfig/lirc and editing the device line like this:

LIRC_DEVICE="name=cx88\?IR\?\(PixelView\?PlayTV\?Ultra"

Next, save the text of this page to a file named /etc/lirc/lircd.conf. Now enable the remote control daemon:

# chkconfig lirc on
# service lirc restart

After that, all you need to do is open Totem, go to menu Edit -> Plug-ins and enable the “Infra-red remote control” plug-in.

Unfortunately you can’t open a new file, neither skip to the next file on your play list, but at least you can play, pause, stop, fast forward and rewind. Maybe I’ll take some time later to enable more of the IR features (or, if you have done so, please add to the comments of this page).

Have fun! 🙂

Written by netmask

fevereiro 14, 2010 at 21:21

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Avatar — Altamente recomendado!

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Avatar pode até ser um baita hype, mas ter assistido o filme em IMAX, sem dúvida, foi uma das experiências cinematográficas mais empolgantes que já tive em toda minha vida.

A estória tem furos, lições de moral (meio) chatas, drama desnecessário, mas com certeza a tecnologia e a técnica empregados valeram toda a espera, alto custo e desconforto empregados. Tive que comprar os ingressos com uma semana de antecedência, foi 20% mais caro do que um 3D convencional, os assentos não reclinam, e são meio duros (aqui).

Apesar disso tudo, a tela é enorme, e o som é espetacular. Os óculos são grandes, maior que o Ray-Ban de aviador, o que me deixou bastante confortável pois encaixa bem por cima dos meus óculos de grau. O 3D é impressionante, não tem a sombra chata de um 3D convencional (não sei se o tipo e/ou a posição dos óculos facilitaram minha visão). E um dos maiores diferenciais: é legendado.

As técnicas empregadas no filme são incríveis (pelo menos aos olhos do semi-leigo aqui). O 3D nas cenas com atores reais ainda não é 100%, mas já é bom o suficiente. Por outro lado, na parte totalmente gerada por computador a qualidade é impressionante. Empolga e tira o fôlego.

Recomendo, e muito. Agora é esperar o blu-ray, pois eu quero ver todos os detalhes da produção. 🙂

Written by netmask

janeiro 2, 2010 at 23:22

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Segunda Guerra Mundial

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A Segunda Gerra Mundial tem sido contada em prosa e verso ao redor do mundo, e continuará sendo por muito tempo. Hoje de manhã vi uma galeria de fotos sobre a Normandia, e à tarde assisti o Resgate do Soldado Ryan. Não sou nenhum estudioso do assunto, nem me atrevo a fazer qualquer comentário (bom ou ruim) sobre o tema. Mas como é um tema recorrente e interessante, e hoje é considerado o aniversário oficial da guerra (que iniciou em 1 de Setembro de 1939), resolvi listar aqui algumas abordagens sobre o assunto com as quais já tive contato.

  • World War II – entrada na Wikipedia.
  • Normandy 1944 (Then and Now) – uma galeria de fotos muito interessante, que mostra como era e como está hoje a Normandia.
  • Saving Private Ryan (O Resgate do Soldado Ryan) – um filme excelente sobre honra e dever. (recomendo)
  • The Grey Zone (Cinzas da Guerra) – um filme excelente sobre honra nos campos de concentração. (recomendo)
  • Das Boot (O Barco, Inferno no Mar) – um filme incrível sobre as batalhas submarinas no Atlântico, na visão dos alemães. (recomendo)
  • U-571 (U-571, A Batalha do Atlântico) – outro filme sobre submarinos, na visão dos americanos. (não tão incrível)
  • Valkyrie (Operação Valkiria) – um filme sobre a tentativa de assassinato de Hitler. (ainda não assisti)
  • Schindler’s List (A Lista de Schindler) – sobre o Holocausto. (muito bom)
  • The Pianist (O Pianista) – sobre a vida nos guetos. (muito bom)
  • The Bridge on the River Kwai (A Ponte do Rio Kwai) – um clássico. (bom)
  • Call of Duty – uma série de jogos muito boa. (diversão pura)

Um detalhe curioso: Saving Private Ryan me lembra muito o jogo Call of Duty 3, especialmente na parte da invasão da Normandia.

Escolha um, e divirta-se. 🙂

Written by netmask

setembro 1, 2009 at 21:12

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Nerd Pride Day

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Happy Nerd Pride Day!

Proud to be nerd

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Nerd Pride Day in Spain

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My most recent nerd addiction

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Written by netmask

maio 25, 2009 at 10:47

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